Galeria
Clique nas imagens para ampliar
Placas de rota de fuga: guia de aplicação e conformidade
As placas de rota de fuga são sinalizações de segurança usadas para indicar saídas de emergência, caminhos de evacuação e mudanças de direção em uma edificação.
Elas orientam as pessoas para fora do local com mais rapidez e clareza durante uma emergência, especialmente quando há fumaça, interrupção da iluminação ou desorientação.
Principais funções na evacuação
A análise de principais funções na evacuação considera os seguintes pontos:
- Indicar o sentido correto para alcançar uma saída de emergência.
- Orientar o deslocamento em corredores, escadas, halls e áreas de circulação.
- Identificar mudanças de direção ao longo da rota de fuga.
- Facilitar a localização das saídas mesmo em situações de estresse ou baixa visibilidade.
- Apoiar a organização do plano de evacuação da edificação.
- Contribuir para o atendimento às exigências de segurança previstas no projeto e no PPCI.
A sinalização deve ser posicionada de modo que possa ser percebida por quem utiliza a rota de fuga, sem ficar encoberta por portas, equipamentos, elementos decorativos ou alterações no layout.
A definição dos símbolos, da quantidade, das dimensões e do posicionamento deve considerar as características da edificação, o fluxo de pessoas e as exigências aplicáveis do projeto de segurança contra incêndio.
Por que a sinalização fotoluminescente é importante?
As placas fotoluminescentes absorvem luz durante a iluminação normal e continuam emitindo luminosidade por determinado período após a redução ou a ausência de luz.
Esse recurso ajuda a manter a indicação visual das rotas de fuga quando a iluminação convencional não está disponível, tornando a orientação mais evidente no escuro.
Nas Placas de Sinalização Incêndio da ELETRICOMRS, a fotoluminescência é associada a PVC rígido autoextinguível e impressão de alta intensidade luminosa.
Conforme as informações do produto, a autonomia é de até 10 horas de iluminação no escuro.
A eficiência da sinalização, entretanto, também depende da instalação correta, da conservação das placas e da existência de iluminação suficiente para recarregar o material fotoluminescente.
Além de orientar a evacuação, a sinalização precisa permanecer legível ao longo do tempo.
Por isso, devem ser considerados fatores como exposição a raios UV, intempéries, limpeza, alterações no ambiente e possíveis obstruções.
A especificação deve ser compatível com o projeto e conferida conforme a ABNT NBR 13434 e as exigências do Corpo de Bombeiros aplicáveis à edificação.
Experiência técnica para especificar a sinalização
A ELETRICOMRS atua há 20 anos em engenharia de prevenção e combate a incêndio, elaborando e executando soluções relacionadas ao PPCI.
Esse conhecimento permite apoiar a análise das necessidades de sinalização em diferentes contextos, como construção civil, indústrias, comércios, condomínios, empresas e infraestrutura.
O suporte técnico especializado da empresa pode ajudar na correta especificação das placas de rota de fuga, considerando a aplicação prevista e a integração com as demais medidas de segurança.
A ELETRICOMRS está localizada em Porto Alegre e atende diferentes cidades do Rio Grande do Sul.
Sua atuação também inclui instalações elétricas e automação, com parcerias com INTELBRAS e HIKVISION.
Materiais, características técnicas e conformidade normativa
A especificação de placas de rota de fuga deve considerar mais do que o desenho do símbolo.
É necessário verificar o material, a capacidade de sinalização em condições de baixa luminosidade, a resistência ao ambiente, as dimensões, o posicionamento e a compatibilidade com o projeto de segurança da edificação.
A referência normativa aplicável deve ser consultada juntamente com o projeto aprovado e as exigências do Corpo de Bombeiros.
Quadro de especificações
| Característica | O que observar na especificação |
|---|---|
| Material | PVC rígido autoextinguível, desenvolvido para não propagar chamas. |
| Fotoluminescência | Impressão de alta intensidade luminosa, permitindo a identificação da sinalização quando a iluminação convencional é reduzida ou interrompida. |
| Autonomia informada | As placas da ELETRICOMRS têm autonomia mínima informada de até 10 horas de iluminação no escuro. |
| Resistência ambiental | Resistência a raios UV e intempéries, característica relevante para aplicações sujeitas à exposição ambiental, desde que o local e a instalação sejam compatíveis com o produto. |
| Padronização | Disponibilidade em tamanhos padronizados para diferentes funções de orientação, equipamentos e alertas de perigo. |
| Conformidade | A especificação deve ser conferida em relação à ABNT NBR 13434, ao projeto de segurança e às exigências aplicáveis do Corpo de Bombeiros. |
Como conferir símbolos, dimensões, posicionamento e visibilidade?
Antes da instalação, a equipe responsável deve comparar cada placa com o plano de evacuação e com o PPCI da edificação.
A conferência deve considerar:
- Símbolo: deve representar claramente a saída, o sentido de deslocamento, a rota de fuga, o equipamento de combate a incêndio ou o alerta correspondente.
- Dimensão: deve ser compatível com a distância de observação e com o ambiente em que será instalada, respeitando os critérios do projeto e da norma aplicável.
- Posicionamento: deve favorecer a visualização contínua ao longo do percurso, sem ficar encoberta por portas, divisórias, mobiliário, equipamentos ou elementos decorativos.
- Direcionamento: placas com indicação de sentido devem conduzir a pessoa até a saída ou até a próxima sinalização, evitando mudanças de direção sem indicação.
- Visibilidade: é importante avaliar a altura, o contraste, o campo de visão e a presença de iluminação ou obstáculos que possam dificultar a leitura.
- Continuidade da rota: a sequência de placas deve fazer sentido para quem não conhece a edificação e precisa evacuar em uma situação de emergência.
- Compatibilidade com o projeto: qualquer alteração no layout, na circulação ou no uso do imóvel pode exigir nova avaliação da sinalização.
A ABNT NBR 13434 deve ser utilizada como referência para os critérios aplicáveis à sinalização de segurança contra incêndio e pânico.
Como requisitos podem depender do tipo de ocupação, da configuração do imóvel e das regras locais, a análise também deve considerar o PPCI e as orientações do Corpo de Bombeiros competente.
Sinalização fotoluminescente e sinalização sem recurso fotoluminescente
A sinalização fotoluminescente possui um recurso adicional para permanecer visível no escuro depois de receber iluminação.
Por isso, é especialmente relevante em rotas de fuga e pontos que precisam continuar identificáveis durante uma interrupção da iluminação normal.
A sinalização sem recurso fotoluminescente depende mais diretamente da iluminação existente no ambiente para ser percebida.
Em uma especificação técnica, a escolha não deve ser feita apenas pelo aspecto visual ou pelo custo; é preciso considerar a função da placa, as condições de emergência, o projeto de segurança e os requisitos normativos aplicáveis.
Critérios antes da instalação
A avaliação antes da instalação considera os seguintes pontos:
- Confirmar a versão aplicável da ABNT NBR 13434 e as exigências do Corpo de Bombeiros.
- Comparar os símbolos escolhidos com o PPCI e o plano de evacuação.
- Verificar se cada placa está no tamanho adequado à distância de visualização.
- Avaliar se o PVC rígido autoextinguível é adequado ao local de aplicação.
- Confirmar a característica fotoluminescente e a autonomia do produto.
- Examinar a visibilidade durante o dia e em condição de baixa luminosidade.
- Conferir a resistência necessária para áreas internas, externas, úmidas ou expostas a intempéries.
- Assegurar que portas, estruturas, equipamentos e mobiliário não obstruam a sinalização.
- Validar a continuidade das indicações ao longo de toda a rota de fuga.
- Registrar eventuais alterações de layout que possam exigir reposicionamento ou nova especificação.
- Solicitar avaliação técnica quando houver dúvida sobre símbolos, dimensões, quantidade ou localização.
Apoio técnico da ELETRICOMRS
A ELETRICOMRS atua há 20 anos em engenharia de prevenção e combate a incêndio, com experiência na elaboração e execução de PPCI.
Esse conhecimento permite apoiar a especificação das placas de acordo com as características da edificação e com as necessidades de segurança identificadas no projeto.
O suporte técnico especializado está disponível para orientar a seleção das placas de sinalização incêndio, incluindo aplicações em construção civil, indústrias, comércios, condomínios, empresas, escritórios e infraestrutura.
A empresa está localizada em Porto Alegre e atende diferentes cidades do Rio Grande do Sul, incluindo São Leopoldo, Novo Hamburgo e Canoas.
Para definir a solução adequada, é recomendável consultar a ELETRICOMRS sobre a disponibilidade, a aplicação e a especificação técnica necessária para cada ambiente.
Aplicações por tipo de edificação e como escolher a sinalização
A escolha das placas de rota de fuga deve considerar o tipo de ocupação, a circulação de pessoas, as características construtivas, os caminhos de evacuação e as exigências previstas no PPCI.
A sinalização precisa ser percebida com rapidez e permanecer coerente com o plano de abandono da edificação, sem substituir outros recursos de segurança ou a orientação técnica aplicável.
Construção civil
Em obras e edificações em fase de implantação, a sinalização deve ser definida junto ao projeto de prevenção contra incêndio.
Arquitetos, engenheiros e construtoras precisam verificar as saídas, mudanças de direção, escadas, corredores e pontos onde a visibilidade possa ser prejudicada por portas, divisórias ou equipamentos.
A especificação antecipada ajuda a compatibilizar dimensões, símbolos, posicionamento e fixação com o projeto da edificação.
Antes da instalação definitiva, é importante confirmar se o percurso sinalizado corresponde ao caminho de evacuação aprovado e se as placas não ficarão ocultas por elementos construtivos ou de acabamento.
Indústrias
Ambientes industriais podem apresentar áreas extensas, circulação complexa, máquinas, ruído, baixa iluminação ou riscos específicos relacionados aos processos realizados.
Nesses locais, a sinalização deve ser organizada para orientar o deslocamento desde os setores de trabalho até as saídas seguras, considerando corredores, acessos, escadas e possíveis obstáculos.
A definição deve ser integrada ao plano de emergência e às características de cada área.
Também é necessário avaliar a sinalização de equipamentos de combate a incêndio e de alertas de perigo, evitando que diferentes mensagens visuais sejam posicionadas de maneira confusa ou concorrente.
Comércios e estabelecimentos comerciais
Em lojas, mercados, depósitos e demais estabelecimentos comerciais, o fluxo de clientes pode variar ao longo do dia e sofrer alterações pela disposição de gôndolas, expositores e mobiliário.
As placas devem permanecer visíveis para pessoas que não conhecem o imóvel, indicando saídas e mudanças de direção com clareza.
A administração deve revisar a sinalização sempre que houver reformas, mudança de layout, criação de novos ambientes ou alteração dos acessos.
A rota indicada precisa permanecer desobstruída e compatível com os procedimentos de evacuação definidos para o estabelecimento.
Condomínios residenciais e comerciais
Em condomínios, a sinalização deve atender às áreas comuns e aos percursos usados por moradores, visitantes, funcionários e prestadores de serviço.
É recomendável avaliar halls, escadas, corredores, garagens, acessos e demais pontos de transição entre os pavimentos e as saídas.
A administradora ou o responsável pela edificação deve conferir se as placas continuam legíveis e corretamente posicionadas após mudanças de iluminação, pintura, reformas ou instalação de novos equipamentos.
A orientação também deve ser coerente com o PPCI e com as instruções aplicáveis do Corpo de Bombeiros.
Empresas e escritórios
Escritórios geralmente combinam salas, corredores, áreas de atendimento e ambientes com divisórias.
A sinalização deve acompanhar a configuração real do espaço, especialmente quando alterações internas modificarem a percepção dos caminhos de saída.
Além de indicar a direção da evacuação, o planejamento deve considerar visitantes e colaboradores que não estejam familiarizados com o imóvel.
Placas fotoluminescentes podem contribuir para a identificação visual em condições de redução de iluminação, desde que sejam especificadas, instaladas e mantidas conforme os requisitos aplicáveis.
Infraestrutura e instalações elétricas
Em áreas técnicas, salas elétricas e locais de infraestrutura, a sinalização deve ser compatível com o acesso autorizado, o plano de emergência e os riscos existentes.
É necessário diferenciar a indicação das rotas de fuga da identificação de equipamentos, comandos, áreas restritas e alertas de perigo.
A instalação não deve interferir no acesso a equipamentos, quadros, portas, passagens ou dispositivos de segurança.
Quando houver integração com sistemas elétricos, iluminação de emergência ou automação, a definição das placas deve ser coordenada com os demais elementos do projeto, sem presumir que um recurso substitua o outro.
Critérios para escolher cada tipo de placa
Antes de especificar a sinalização, verifique:
- Placas de saída: devem identificar saídas de emergência e pontos de abandono previstos no percurso de evacuação.
- Placas direcionais: devem indicar mudanças de direção e orientar o deslocamento em corredores, escadas e áreas de circulação.
- Placas de alerta de perigo: devem comunicar riscos ou restrições de acesso de forma compatível com a atividade e com a sinalização exigida para o ambiente.
- Visibilidade: confirme se o símbolo, o contraste, a dimensão e a posição podem ser percebidos no sentido de aproximação das pessoas.
- Continuidade da rota: confira se a sequência de placas permite compreender o caminho desde o ponto de permanência até a saída segura.
- Condições ambientais: avalie exposição a umidade, intempéries, raios UV, calor, poeira e possíveis impactos físicos.
- Compatibilidade com o projeto: compare a sinalização com as plantas, o PPCI, o plano de evacuação e as orientações do Corpo de Bombeiros.
- Manutenção: estabeleça uma rotina de inspeção visual para identificar sujeira, danos, obstruções, alteração de layout ou perda de legibilidade.
Como integrar as placas ao PPCI e ao plano de evacuação?
A sinalização deve ser tratada como parte do sistema de orientação da edificação, e não como um item isolado.
O processo pode seguir estas etapas:
- Identifique as saídas, os caminhos de evacuação, as mudanças de direção e os pontos de encontro previstos no planejamento de emergência.
- Analise as plantas e o PPCI para verificar quais placas são necessárias em cada ambiente e pavimento.
- Relacione a sinalização de rotas de fuga com a identificação de extintores, hidrantes e demais equipamentos de combate a incêndio.
- Confira a visibilidade a partir do campo de visão de usuários em pé e em movimento, considerando portas, mobiliário, divisórias, fumaça e eventuais áreas de baixa iluminação.
- Valide símbolos, dimensões, posicionamento e critérios de instalação conforme a ABNT NBR 13434, o projeto aplicável e as exigências do Corpo de Bombeiros.
- Após a instalação, faça uma inspeção para confirmar que a rota permanece desobstruída e que as placas continuam legíveis e coerentes com o ambiente.
A ELETRICOMRS atua há 20 anos em engenharia de prevenção e combate a incêndio e oferece suporte técnico especializado para a especificação de placas de sinalização incêndio.
Em Porto Alegre e em outras cidades do Rio Grande do Sul, esse apoio pode ser direcionado às necessidades de obras, indústrias, comércios, condomínios, empresas e projetos de infraestrutura, com análise das informações disponíveis para cada edificação.
Compra direta ou locação!
As placas de sinalização incêndio da ELETRICOMRS podem ser adquiridas por compra direta ou em condições de locação, conforme a disponibilidade e a necessidade do cliente.
A modalidade mais adequada depende do tipo de edificação, da extensão do sistema de sinalização, do projeto e da forma de gestão do imóvel.
Para confirmar disponibilidade, especificação e aplicação, administradoras, empresas, arquitetos, engenheiros e construtoras devem consultar a ELETRICOMRS.
A avaliação técnica ajuda a evitar a escolha de placas incompatíveis com o percurso de evacuação ou com os requisitos aplicáveis.
Perguntas frequentes
O que é a ABNT NBR 13434?
É uma norma técnica relacionada à sinalização de segurança contra incêndio e pânico.
Ela deve ser consultada para orientar aspectos como símbolos, cores, características e aplicação da sinalização, em conjunto com o projeto da edificação e as exigências do órgão responsável pela análise e vistoria.
Por que as placas de rota de fuga são fotoluminescentes?
A fotoluminescência permite que a placa continue sendo percebida no escuro após receber iluminação.
Esse recurso ajuda a manter a orientação visual quando há falha ou redução da iluminação convencional, contribuindo para a identificação das rotas de saída e dos sentidos de evacuação.
O PVC rígido autoextinguível significa que a placa é à prova de fogo?
Não, o PVC rígido autoextinguível é um material que não propaga chamas nas condições previstas para sua característica.
Isso não significa que a placa seja indestrutível, imune a altas temperaturas ou substitua outras medidas de proteção contra incêndio.
Qual é a autonomia das placas da ELETRICOMRS?
As informações fornecidas para o produto indicam autonomia de até 10 horas de iluminação no escuro.
A efetividade da sinalização também depende das condições de instalação, da exposição prévia à luz e da conservação do material.
As placas resistem ao sol e à chuva?
As placas são descritas como resistentes a raios UV e intempéries.
Ainda assim, a escolha do local, o método de fixação e a manutenção devem ser avaliados conforme as condições reais da edificação, especialmente em áreas externas ou sujeitas à umidade.
Existe um tamanho único para todas as situações?
Não necessariamente, as placas estão disponíveis em tamanhos padronizados, mas a seleção deve considerar a distância de visualização, o ambiente, o fluxo de pessoas, o tipo de mensagem e os critérios do projeto e da norma aplicável.
A placa fotoluminescente é suficiente para definir uma rota de fuga?
Não, a placa é um componente de orientação visual.
A rota precisa estar definida no projeto de segurança, permanecer desobstruída e atender às exigências aplicáveis à edificação.
A especificação deve ser analisada em conjunto com o PPCI, o plano de evacuação e as orientações do Corpo de Bombeiros.
Como saber quais placas são necessárias em cada ambiente?
Observe as saídas, as mudanças de direção, os corredores, as escadas, os equipamentos de combate a incêndio e os pontos de risco.
Em seguida, compare essas informações com o PPCI e solicite apoio técnico para validar símbolos, dimensões, posicionamento e quantidade aplicável ao projeto.
A compra direta e a locação atendem às mesmas necessidades?
As duas modalidades podem ser consideradas conforme a gestão da edificação e a necessidade de uso.
A disponibilidade e a especificação devem ser confirmadas diretamente com a ELETRICOMRS, pois a escolha depende do projeto e das condições do imóvel.
Onde a ELETRICOMRS pode apoiar a especificação?
A ELETRICOMRS oferece suporte técnico especializado para placas de sinalização incêndio e atua a partir de Porto Alegre, atendendo diferentes cidades do Rio Grande do Sul.
A consulta pode envolver aplicações em construção civil, indústrias, comércios, condomínios, escritórios e infraestrutura elétrica.
Solicite uma avaliação técnica à ELETRICOMRS para relacionar a sinalização ao PPCI, ao plano de evacuação e às características da sua edificação.
A equipe poderá orientar a especificação conforme as informações do projeto, sem substituir a consulta à ABNT NBR 13434 e às exigências do Corpo de Bombeiros.