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Instalação de placas fotoluminescentes: guia técnico para sinalização de emergência

A placa fotoluminescente é um elemento de sinalização que acumula luz durante a iluminação do ambiente e apresenta emissão luminosa quando o local fica escuro.

Diferentemente de uma placa apenas visual, que depende de iluminação suficiente para ser enxergada, o produto fotoluminescente pode continuar auxiliando a orientação quando a iluminação convencional é insuficiente ou foi interrompida.

Em uma emergência, a fumaça, a interrupção da iluminação convencional e o estresse podem dificultar a identificação das rotas de fuga.

Por isso, a sinalização de incêndio precisa permanecer perceptível e orientar a circulação com clareza, especialmente em áreas de passagem, saídas de emergência e locais onde estão instalados equipamentos de combate a incêndio.

As placas de sinalização de incêndio da ELETRICOMRS são fabricadas em PVC rígido autoextinguível, material que não propaga chamas, e contam com impressão de alta intensidade luminosa.

A autonomia de iluminação no escuro pode chegar a até 10 horas.

A aplicação deve ser definida de acordo com a função da sinalização, as características da edificação e os requisitos técnicos aplicáveis.

A instalação de placas fotoluminescentes deve ser analisada como parte da estratégia de segurança contra incêndio, e não como uma simples escolha decorativa.

A avaliação técnica do imóvel antes da compra ou da instalação ajuda a identificar os pontos em que a sinalização precisa apoiar a leitura contínua do caminho de saída.

Principais aplicações:

  • Indicação de rotas de fuga e direcionamento para a saída de emergência.
  • Identificação de portas e saídas de emergência.
  • Sinalização da localização de extintores, hidrantes e outros equipamentos de combate a incêndio.
  • Indicação de mudanças de direção, obstáculos ou pontos de decisão no percurso de evacuação.
  • Comunicação de alertas de perigo e outras informações previstas no sistema de sinalização da edificação.

A seleção dos símbolos, tamanhos e locais de aplicação deve considerar a visibilidade para as pessoas que utilizam o imóvel e a compatibilidade com o projeto de prevenção contra incêndio.

A ABNT NBR 13434 é uma referência técnica relacionada à sinalização de segurança contra incêndio e pânico, mas a conformidade do imóvel depende também das exigências aplicáveis ao uso, à ocupação e às características da edificação.

Como a fotoluminescência contribui para a evacuação; a placa não substitui iluminação de emergência, extintores, hidrantes, treinamento ou outras medidas de proteção.

Sua função é complementar o sistema, oferecendo uma indicação visual mais persistente para que moradores, trabalhadores, clientes e visitantes reconheçam o caminho de saída e os equipamentos relevantes durante uma situação crítica.

Com 20 anos de experiência em engenharia de prevenção e combate a incêndio, a ELETRICOMRS orienta a especificação de placas de acordo com a necessidade técnica do imóvel.

Antes de adquirir ou instalar, é recomendável conferir o projeto existente, o fluxo de pessoas, as condições de iluminação e os requisitos do Corpo de Bombeiros aplicáveis à edificação.

Como planejar a instalação das placas de sinalização de incêndio?

O planejamento da instalação de placas fotoluminescentes deve começar pela leitura do imóvel e dos caminhos que as pessoas realmente utilizarão em uma emergência.

A quantidade ou o tamanho das placas, isoladamente, não promove uma orientação eficiente.

O objetivo é construir uma sequência visual contínua entre os ambientes ocupados, as circulações, as portas, as saídas e os equipamentos de combate a incêndio.

Critérios de levantamento do imóvel

Antes de definir os pontos de instalação, reúna informações que permitam compreender a edificação como um sistema de circulação e resposta a emergências:

  • Identifique os ambientes, pavimentos, acessos e áreas de permanência de pessoas.
  • Registre as rotas de circulação horizontal, como corredores, halls e passagens entre ambientes.
  • Analise a circulação vertical, incluindo escadas, rampas e acessos entre pavimentos.
  • Localize portas, saídas de emergência e pontos em que uma pessoa possa ter dúvida sobre qual direção seguir.
  • Mapeie extintores, hidrantes e outros equipamentos que precisem de identificação visual.
  • Observe obstáculos, mudanças de nível, divisórias, portas opacas e áreas sujeitas à redução de visibilidade.
  • Verifique se o layout atual corresponde ao projeto de prevenção contra incêndio, conhecido como PPCI.
  • Considere o fluxo de moradores, trabalhadores, clientes, visitantes e equipes de emergência.

Esse levantamento deve ser atualizado quando houver reforma, mudança de uso, alteração de divisórias ou reorganização de móveis e equipamentos.

Uma rota que era facilmente compreendida pode deixar de ser evidente após uma intervenção no imóvel.

Como mapear rotas e pontos críticos?

O fluxo de sinalização deve ser analisado como um percurso.

A pessoa precisa conseguir identificar onde está, reconhecer a direção de saída e confirmar que continua no caminho correto ao avançar pelo imóvel.

Por isso, o planejamento deve considerar pontos de decisão, como cruzamentos de corredores, acessos a escadas, mudanças de direção, transições entre áreas e proximidade de portas.

Uma forma prática de organizar essa análise é caminhar pelas rotas previstas no PPCI e observar a edificação sob a perspectiva de alguém que não conhece o local.

Em cada trecho, pergunte:

  • Verifique se a saída ou a direção de fuga pode ser compreendida rapidamente.
  • Verifique se existe algum ponto em que duas direções pareçam possíveis.
  • Verifique se a identificação de um extintor ou hidrante permanece visível a partir da área de circulação.
  • Verifique se a placa continuará legível se houver alteração na iluminação convencional.
  • Verifique se elementos construtivos, mobiliário ou equipamentos podem encobrir a sinalização.
  • Verifique se a sequência de orientação permanece coerente até a saída.

As placas fotoluminescentes contribuem para a orientação quando a iluminação convencional é insuficiente, mas não substituem a análise completa das rotas nem as demais medidas previstas para a segurança contra incêndio.

A instalação deve favorecer a leitura do caminho, e não apenas preencher espaços disponíveis nas paredes.

Compatibilização com o PPCI

A especificação e a instalação precisam ser compatíveis com o projeto de prevenção contra incêndio e com as exigências aplicáveis ao tipo de ocupação.

O PPCI ajuda a relacionar a sinalização com a configuração da edificação, os equipamentos de combate a incêndio, as saídas e os fluxos de evacuação.

Quando a sinalização existente não corresponde ao projeto, há mudança de uso do imóvel ou surgem dúvidas sobre a interpretação das rotas, é recomendável solicitar uma análise de profissional ou empresa especializada.

A verificação deve considerar a regulamentação vigente e os requisitos do Corpo de Bombeiros aplicáveis à edificação.

Não é prudente definir posições, quantidades ou modelos apenas com base em exemplos encontrados em outros imóveis.

A ELETRICOMRS atua há 20 anos em engenharia de prevenção e combate a incêndio e trabalha com elaboração e execução de PPCI.

Esse conhecimento pode apoiar a organização técnica da sinalização, sem substituir a avaliação específica do imóvel ou representar aprovação automática do projeto.

Valide as exigências locais antes da instalação

As exigências podem variar conforme as características da edificação, sua ocupação, o nível de risco e a regulamentação adotada pelo órgão responsável.

Antes da compra ou da instalação, confirme se o planejamento está alinhado ao PPCI, à documentação disponível e às exigências atualizadas do Corpo de Bombeiros.

Também vale registrar quais ambientes foram analisados, quais rotas foram consideradas e quais pontos exigem revisão.

Essa documentação facilita a conferência futura e ajuda a identificar alterações que possam comprometer a orientação.

Com um levantamento organizado, a escolha das placas deixa de ser uma decisão baseada somente em quantidade e passa a fazer parte de uma estratégia integrada de evacuação e segurança.

Critérios técnicos para escolher placas fotoluminescentes

A escolha de placas fotoluminescentes deve considerar mais do que aparência, tamanho ou quantidade.

O material, a legibilidade, a resistência ao ambiente e a correspondência entre pictograma e finalidade influenciam a capacidade de orientar pessoas em uma emergência.

Por isso, a especificação deve ser compatível com as características do imóvel, com o uso de cada área e com a documentação técnica e normativa aplicável.

Critérios essenciais de avaliação

Critério O que avaliar Por que é relevante
Material PVC rígido autoextinguível O material informado para as placas não propaga chamas e oferece uma base rígida para a sinalização
Fotoluminescência Intensidade luminosa e autonomia informada Favorece a identificação da sinalização quando o ambiente fica escuro ou a iluminação convencional é insuficiente
Resistência Exposição a raios UV e intempéries É importante em locais sujeitos a condições ambientais adversas
Legibilidade Contraste, conservação da impressão e ausência de danos Uma placa precisa ser reconhecida rapidamente durante a circulação e a evacuação
Aplicação Finalidade do ponto sinalizado e características do ambiente Ajuda a selecionar o pictograma e o tamanho adequado para cada necessidade
Durabilidade Resistência ao uso contínuo e ao amarelecimento Contribui para preservar a leitura da sinalização ao longo do tempo

A tabela organiza os principais pontos de análise sem substituir a conferência do projeto de prevenção contra incêndio, das exigências do Corpo de Bombeiros ou da documentação técnica do produto.

Esses requisitos podem variar conforme a ocupação, o layout e as condições da edificação.

PVC rígido autoextinguível: um atributo de segurança do material

As placas de sinalização de incêndio da ELETRICOMRS são fabricadas em PVC rígido autoextinguível.

Em termos práticos, isso significa que o material não propaga chamas, característica relevante para um elemento aplicado em sistemas de segurança contra incêndio.

A rigidez também favorece a estabilidade física da placa, mas a especificação deve considerar o local de aplicação e a forma adequada de fixação.

O material, isoladamente, não define a adequação da sinalização.

É necessário verificar se o pictograma corresponde à finalidade do ponto, se a placa permanece visível no percurso e se suas dimensões são compatíveis com a leitura esperada.

A conferência da documentação técnica e das normas aplicáveis ajuda a evitar a escolha baseada apenas em argumentos genéricos de resistência.

Resistência a raios UV e intempéries

Em áreas externas, fachadas, acessos ou locais sujeitos a variações ambientais, a exposição a raios UV e intempéries pode afetar a aparência e a legibilidade de materiais inadequados.

As placas para este produto são resistentes a raios UV e intempéries, além de apresentarem durabilidade com resistência ao amarelecimento ao longo do tempo.

Ainda assim, a resistência declarada não elimina a necessidade de inspeção.

Sujeira, impactos, desgaste, alterações na iluminação ou mudanças no entorno podem reduzir a visibilidade da sinalização.

A análise deve considerar se o local é interno ou externo, se está sujeito à umidade ou exposição solar e se há possibilidade de contato físico frequente.

Quando a placa deixar de cumprir sua função de orientação, a substituição ou a reavaliação técnica deve ser considerada.

Pictogramas e tamanhos conforme a função

O pictograma deve representar claramente aquilo que precisa ser identificado.

Entre as aplicações estão a indicação de rotas de fuga e saídas de emergência, a localização de extintores e hidrantes e os alertas de perigo.

A escolha não deve ocorrer apenas pelo espaço disponível; é preciso relacionar o símbolo ao fluxo de pessoas, ao ponto de decisão e à finalidade da sinalização.

Os tamanhos padronizados disponíveis devem ser avaliados conforme a distância de leitura, o campo visual e as características do ambiente, de acordo com os requisitos aplicáveis.

Em uma área de circulação intensa, por exemplo, a sinalização precisa permanecer perceptível sem ser encoberta por mobiliário, equipamentos, divisórias ou elementos de comunicação visual.

A ELETRICOMRS oferece suporte técnico especializado para a correta especificação das placas, atendendo necessidades de construção civil, indústrias, comércios, condomínios, empresas e escritórios.

Com 20 anos de experiência em engenharia de prevenção e combate a incêndio, a empresa pode orientar a análise do produto em conjunto com o contexto do imóvel, sem substituir a responsabilidade técnica e a validação exigida para cada projeto.

Antes de comprar ou solicitar a instalação, reúna o uso da edificação, o projeto de prevenção contra incêndio quando disponível, os ambientes que precisam de sinalização, a exposição a raios UV ou intempéries e a finalidade de cada ponto.

Essa preparação torna a especificação mais precisa e reduz o risco de escolher placas visualmente adequadas, mas incompatíveis com a função ou com as condições reais de uso.

Instalação conforme o tipo de edificação e o fluxo de pessoas

A instalação de placas fotoluminescentes deve considerar o uso real da edificação, o perfil das pessoas que circulam no local e a complexidade do caminho até uma saída segura.

A mesma solução não deve ser aplicada automaticamente a um condomínio, uma indústria, um comércio ou um escritório.

O planejamento precisa partir da análise de risco, da documentação do projeto de prevenção contra incêndio e dos requisitos aplicáveis do Corpo de Bombeiros.

Mais do que definir posições ou quantidades isoladas, é necessário verificar se a sinalização oferece uma leitura contínua durante a evacuação.

Moradores, trabalhadores, clientes, visitantes e equipes de emergência podem conhecer o imóvel em níveis diferentes.

Por isso, a orientação deve permanecer compreensível mesmo para quem não está familiarizado com a circulação interna.

Condomínios residenciais e comerciais

Em condomínios, a avaliação deve abranger acessos, áreas comuns, circulação horizontal, circulação vertical, escadas, corredores, halls e ambientes compartilhados.

Em empreendimentos residenciais, moradores podem reconhecer parte do caminho cotidiano, mas visitantes, prestadores de serviço e novos ocupantes podem depender integralmente da sinalização durante uma emergência.

Nos condomínios comerciais, a análise deve considerar também a movimentação de funcionários, clientes e visitantes de diferentes salas ou unidades.

Mudanças de layout, reformas, portas alteradas ou bloqueios temporários podem comprometer a continuidade da orientação.

Administradoras, síndicos e responsáveis pela manutenção devem informar essas alterações para que a sinalização seja reavaliada quando necessário.

Indústrias e ambientes operacionais

Em indústrias, a instalação precisa ser relacionada ao processo produtivo, aos acessos disponíveis e às áreas em que há maior complexidade de circulação.

Máquinas, divisórias, estoques, ruído, baixa visibilidade, uso de equipamentos de proteção e presença de trabalhadores em turnos diferentes podem influenciar a percepção das placas e a compreensão do trajeto de saída.

A análise também deve considerar trabalhadores que conhecem a operação e pessoas externas que podem estar no local ocasionalmente.

Áreas técnicas, depósitos e setores com circulação restrita não devem ser avaliados de forma independente do conjunto da edificação.

A documentação do PPCI e a avaliação de um profissional ou empresa especializada ajudam a compatibilizar a sinalização com os riscos e fluxos existentes.

Comércios, escritórios e atendimento ao público

Comércios e escritórios recebem públicos variados, muitas vezes sem conhecimento prévio da planta do imóvel.

A sinalização deve ser analisada em relação aos pontos de decisão, às áreas de atendimento, às circulações entre ambientes e às possíveis mudanças de mobiliário ou exposição de produtos.

Em locais com grande rotatividade, a clareza dos pictogramas e a continuidade visual do caminho são especialmente importantes.

Em escritórios, a distribuição de salas, divisórias e estações de trabalho pode mudar com o tempo.

Em lojas e estabelecimentos comerciais, vitrines, expositores e filas podem interferir na visualização.

A solução deve acompanhar o uso efetivo do ambiente, sem substituir a análise técnica exigida para a edificação.

Critérios para arquitetos, engenheiros e construtoras

Antes de especificar as placas, vale verificar:

  • Verifique se o fluxo de moradores, trabalhadores, clientes e visitantes foi mapeado.
  • Verifique se o projeto contempla circulação horizontal, circulação vertical, portas, saídas e equipamentos de combate a incêndio.
  • Verifique se a sinalização está compatibilizada com o PPCI e com o layout previsto para a edificação.
  • Verifique se reformas, divisórias, máquinas, mobiliário ou mudanças de ocupação podem alterar a leitura do caminho.
  • Verifique se os requisitos aplicáveis do Corpo de Bombeiros e a documentação técnica foram conferidos.
  • Verifique se a solução será revisada caso o uso do imóvel ou o fluxo de pessoas seja modificado.

A ELETRICOMRS atua há 20 anos em engenharia de prevenção e combate a incêndio e atende diferentes contextos de construção civil, indústrias, comércios, condomínios, empresas e escritórios.

Seu suporte técnico especializado pode contribuir para a correta especificação das placas, em conjunto com soluções de prevenção, instalações elétricas e automação, conforme a necessidade documentada de cada edificação.

A definição final deve permanecer vinculada à análise técnica do imóvel e aos requisitos aplicáveis, sem tratar uma configuração única como regra universal.

Verificação manutenção e cuidados após a instalação

A instalação das placas fotoluminescentes não encerra o ciclo de segurança.

Para que a sinalização continue orientando a evacuação, indicando equipamentos de combate a incêndio e apoiando a leitura das rotas de fuga, é necessário verificar periodicamente sua visibilidade e seu estado físico.

A frequência dessa avaliação deve considerar o uso do imóvel, as condições do ambiente e os procedimentos definidos para a edificação, sem substituir a análise de um responsável técnico quando aplicável.

Critérios de inspeção visual

A avaliação de inspeção visual considera os seguintes pontos:

  • Confirmar se cada placa permanece visível a partir do percurso de circulação correspondente.
  • Verificar se portas, móveis, equipamentos, divisórias, decorações ou materiais armazenados não bloqueiam sua leitura.
  • Observar se o pictograma, a inscrição e a impressão fotoluminescente continuam legíveis.
  • Conferir a presença de sujeira, manchas, riscos, trincas, deformações, descolamento ou outros danos físicos.
  • Avaliar sinais de amarelecimento ou alteração que possam reduzir o contraste e a identificação da mensagem.
  • Observar se a placa continua firmemente instalada e sem risco de queda.
  • Registrar a data da inspeção, o local avaliado, a condição encontrada e a providência necessária.

O registro ajuda a acompanhar a manutenção preventiva e facilita a conferência da documentação relacionada ao PPCI.

Ele também permite identificar alterações recorrentes, áreas mais expostas e situações que precisam de avaliação técnica.

Fatores que podem reduzir a visibilidade

A sujeira acumulada, a exposição a impactos, a umidade, a incidência de intempéries e a alteração das condições do ambiente podem prejudicar a leitura da sinalização.

Em áreas externas ou sujeitas a maior desgaste, a resistência a raios UV e intempéries é um critério relevante de conservação.

No caso das placas da ELETRICOMRS, o PVC rígido autoextinguível, a impressão de alta intensidade luminosa e a resistência ao amarelecimento contribuem para a durabilidade do produto, mas não eliminam a necessidade de inspeção.

A limpeza deve ser feita com cuidado, utilizando método compatível com o material e sem aplicar produtos ou procedimentos que possam remover a impressão, riscar a superfície ou comprometer a fotoluminescência.

Quando houver dúvida sobre o procedimento adequado, é recomendável consultar a documentação técnica ou buscar orientação especializada.

Mudanças no layout exigem nova avaliação

A troca de divisórias, a instalação de novos equipamentos, a alteração do sentido de circulação, a mudança de uso de uma sala ou a ampliação de áreas podem criar obstáculos e modificar a leitura da rota de fuga.

Nesses casos, não basta manter as placas nos locais originais; é necessário reavaliar a continuidade da sinalização e sua compatibilidade com o layout atualizado e com a documentação do PPCI.

Se uma placa estiver danificada, obstruída ou deixar de cumprir sua função, a substituição deve ser considerada conforme a necessidade identificada.

A decisão sobre adequação, quantidade e posicionamento deve ser validada de acordo com os requisitos aplicáveis à edificação e, quando necessário, por profissional ou empresa especializada.

Conformidade normativa e como solicitar orientação especializada

A conformidade da sinalização de emergência deve ser analisada como parte do conjunto de medidas de prevenção e proteção contra incêndio da edificação.

As placas fotoluminescentes contribuem para orientar a evacuação e identificar equipamentos, mas sua especificação precisa estar relacionada ao uso do imóvel, às rotas de fuga, ao projeto de prevenção e proteção contra incêndio (PPCI) e às exigências aplicáveis do Corpo de Bombeiros.

Critérios de conformidade

Antes de comprar ou solicitar a instalação, verifique:

  • Se a finalidade da placa corresponde ao ponto que será sinalizado, como saída de emergência, rota de fuga, extintor, hidrante ou alerta de perigo.
  • Se o material, o pictograma, o acabamento e o tamanho são adequados ao ambiente e à distância de leitura necessária.
  • Se a sinalização está compatível com o PPCI e com o fluxo real de pessoas na edificação.
  • Se a documentação técnica do produto deve ser conferida em relação à ABNT NBR 13434 e a outros requisitos aplicáveis.
  • Se mudanças de layout, reformas, ampliações ou alterações de ocupação exigem uma nova avaliação.
  • Se a visibilidade será preservada durante a operação normal e em uma eventual situação de redução da iluminação convencional.

A ABNT NBR 13434 é uma referência importante para a sinalização de segurança contra incêndio, mas a conformidade do imóvel não depende de uma placa isoladamente.

O atendimento às exigências envolve a avaliação do conjunto de soluções previstas para a edificação, incluindo circulação, saídas, equipamentos de combate a incêndio e demais medidas indicadas no projeto e na regulamentação aplicável.

Informações para reunir antes de solicitar orientação

Para tornar a avaliação mais objetiva, reúna o tipo de edificação, a finalidade dos ambientes, plantas ou documentos disponíveis do PPCI, informações sobre reformas e mudanças de layout, imagens dos pontos críticos e a relação dos equipamentos que precisam ser identificados.

Também informe se a necessidade envolve compra direta ou locação, pois a disponibilidade deve ser consultada conforme o projeto e a demanda.

A ELETRICOMRS atua há 20 anos em engenharia de prevenção e combate a incêndio e oferece suporte técnico especializado para a especificação de placas de sinalização.

A empresa atende diferentes contextos, como construção civil, indústrias, comércios, condomínios, empresas e escritórios, com atuação em Porto Alegre, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Canoas e outros municípios do Rio Grande do Sul.

A experiência também se relaciona às áreas de instalações elétricas e automação, além de parcerias com INTELBRAS e HIKVISION, sem substituir a análise específica das exigências do imóvel.

Solicite uma avaliação orientativa!

Se houver incerteza sobre o modelo, a finalidade, a quantidade ou a compatibilidade da sinalização com o PPCI, solicite uma orientação personalizada à ELETRICOMRS.

A análise das características da edificação permite direcionar a especificação com mais segurança, evitando decisões baseadas apenas em tamanho ou quantidade de placas.

A compra direta ou a locação podem ser consultadas conforme a necessidade do projeto e a disponibilidade para a região.

Perguntas frequentes

Como limpar uma placa fotoluminescente?

A limpeza deve preservar a superfície, o pictograma e a capacidade de leitura da placa.

Use apenas procedimentos compatíveis com a especificação do produto e evite abrasivos ou substâncias que possam danificar a impressão.

Para uma orientação precisa, consulte a documentação técnica ou o suporte especializado.

Quando a placa precisa ser substituída?

Quando apresentar danos, perda de legibilidade, obstrução permanente, alteração relevante da superfície ou qualquer condição que impeça sua função de orientação.

A substituição também pode ser necessária após mudanças no imóvel que tornem a sinalização inadequada.

A instalação correta dispensa novas verificações?

Não, a sinalização está sujeita ao desgaste, à sujeira e às mudanças de ocupação e layout.

A manutenção preventiva e o registro das inspeções ajudam a preservar sua função ao longo do uso.

A ELETRICOMRS oferece suporte técnico especializado para a correta especificação de placas de sinalização de incêndio.

Com 20 anos de experiência em engenharia de prevenção e combate a incêndio, a empresa pode orientar a avaliação da necessidade do imóvel conforme as informações disponíveis e os requisitos aplicáveis.

A placa fotoluminescente, sozinha, promove a conformidade da edificação?

Não, ela exerce uma função específica dentro do sistema de segurança.

A conformidade depende da combinação entre a sinalização adequada, o PPCI, as características do imóvel, o uso da ocupação e os requisitos analisados pelos órgãos competentes.

O PPCI deve ser consultado antes da especificação?

Sim, a consulta ajuda a verificar se os símbolos, os pontos de sinalização e a orientação das rotas estão coerentes com o planejamento de prevenção contra incêndio.

Quando houver dúvida, é recomendável buscar avaliação de profissional ou empresa especializada.

A vistoria do Corpo de Bombeiros substitui a manutenção da sinalização?

Não necessariamente, a sinalização precisa continuar legível, visível e adequada ao ambiente durante o uso do imóvel.

Sujeira, danos, obstruções e alterações na circulação podem exigir correção ou nova análise, conforme o caso.

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